O que foi negado pelo superintendente do empreendimento Clóvis Ramos, segundo ele trata se apenas da construção de um almoxarifado. Ramos foi taxativo ao afirmar que o aporte financeiro da obra será liberado só em janeiro de 2016. Quando os investidores de São José do Rio Preto, Bauru e Sumaré concluírem os acordos com as empreiteiras que disputam o direito da construção do complexo de lazer mais esperado da região.
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